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___No
dia 21 de maio deste ano, a Assembléia Legislativa aprovou,
em segundo turno, a emenda constitucional apresentada pelo poder Executivo
que altera o funcionamento do Instituto de Previdência do Estado.
A emenda pretendia pôr fim aos recursos que vinham sendo encaminhados
ao Judiciário para garantir proventos de pensão igual
ao salário do servidor na ocasião da aposentadoria.
Embora houvesse uma Lei Previdenciária Estadual, que previa
o pagamento proporcional da pensão - na ordem de 45% mais 5%
por dependente -, as Constituições Estadual e Federal
deixavam margem para que os pensionistas procurassem a Justiça
em busca da pensão integral. Além disso, a emenda constitucional
alterava o conceito de "assistência médica, hospitalar
e odontológica" para "assistência à
saúde".
___Segundo
o presidente do IPE, Gilberto Rudi Treptow, a emenda constitucional
e as alterações na lei ordinária pretendem garantir
a permanência do Instituto e uma ampliação do
serviço prestado na área do atendimento à saúde.
O que para a oposição sinaliza que os investimentos
no atendimento médico-hospitalar irão diminuir, é
considerado exatamente o contrário pelo presidente do IPE.
"A ampliação do conceito para 'assistência
à saúde' vai permitir ao IPE introduzir novos serviços,
como atendimento de psicólogos, nutricionistas e fisioterapeutas,
por exemplo", diz Treptow.
___O IPE não pretende alterar a forma como vem tratando o tema. Além de defender-se na Justiça, em cada caso, a esperança se concentra, agora, na reforma da previdência que tramita no Congresso. A proposta de emenda constitucional, que está sendo relatada pelo senador Beni Veras, modifica a Constituição e inclui o conceito de proporcionalidade em relação ao provento do servidor falecido. Fotos: Paulino Menezes
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